Preço da Netflix terá novo aumento nos EUA | Pocket News #335

Netflix planeja novo aumento na assinatura mensal nos EUA

Desde que a Netflix aumentou o valor dos novos usuários na plataforma no inicio de Janeiro, a empresa deixou claro que iria aumentar o preço gradativamente ao longo do ano para os usuários que já tinham suas assinaturas.

Agora, aparentemente eles mudaram um pouco os planos, já que o aumento de preço será geral para os usuários que já possuem seus planos, mandando um e-mail para todos dizendo que terão um mês com o valor atual para poder se programar para o aumento.

Assim, o preço irá mudar definitivamente por volta do dia 17 de Abril de 2022, algo que você poderá conferir visitando as suas configurações de conta.

O valor mudará de acordo com o tipo de conta que você possui e pode sofrer algumas variações de acordo com o país, assim se você é um assinante da Netflix sugiro que confira o seu e-mail onde estará o valor específico do seu ajuste para que não seja pego de surpresa quando a fatura chegar.

Apesar de ter avisado com muita antecedência e ainda dar mais um mês aos usuários numa tentativa de tentar mitigar a frustração, ela se fez nítidas aos comentários em suas redes sociais.

Muitos dos usuários reclamam que a qualidade das produções da Netflix não tem se mantido tanto quanto já foi no passado e que o aumento apenas aumenta ainda mais a frustração quando levam em consideração outros serviços como a Amazon Prime e Disney + que têm se destacado.

É de se imaginar que por decorrência do aumento, a Netflix acabe perdendo uma leva considerável dos usuários, o que pode acabar resultando na necessidade de um novo aumento no futuro, um ciclo quase paradoxal que tende em acabar muito mais para a empresa se ela não agir a respeito.

Google e Meta podem encarar limitações na União Europeia

A União Européia acaba de entrar em um acordo sob a discussão a respeito dos DMA (Digital Markets Act), que é uma legislação que busca fazer com que o setor digital seja mais justo e tenha mais competição. Caso a legislação acabe sendo aprovada, empresas como a Google, Apple, Amazon e Meta irão sofrer muito para se adquirem no continente, podendo receber severas represálias que trarão grandes prejuízos.

De acordo com a versão atual do DMA, as empresas serão forçadas a fazer concessões para permitirem que competidores menores tenham uma chance de disputar nesse mercado, podendo ter os recursos dos seus aplicativos limitados ou até mesmo receberem multas.

A atitude de certo modo é válida, já que é evidente o empenho que empresas como o Google e a Amazon fazem para minar as chances de novos competidores no mercado de crescer, principalmente no caso da Amazon.

Seu modelo predatório já foi estudado por muitos especialistas que perceberam um padrão que tende a minar todos os comerciantes pequenos dos locais em que a Amazon chega.

Inicialmente, apenas com a loja digital e a entrega a domicílio, muitos usuários deixam de frequentar as lojas físicas e com o tempo elas acabam se vendo forçadas a entrar no marketplace da Amazon para evitar a falência. No entanto, uma vez lá, é questão de tempo para que a própria Amazon passe a vender versões similares dos seus produtos por preços menores, usurpando assim todo a sua clientela até que o comerciante tenha que abandonar o seu projeto.

Agora, levando em consideração que os principais participantes da União Europeia concordaram com essas regras, é bem provável que um texto bem similar a este primário acabe sendo aprovado, recebendo leves modificações, o que definitivamente está deixando as gigantes da tecnologia em alerta.

Como o avanço dos últimos anos aconteceu muito rapidamente, essas empresas se aproveitaram a lentidão com que os governos reagiram a essas mudanças para se tornarem verdadeiros monopólios, assim, atos como estes são apenas uma resposta natural do governo acompanhando o ritmo e começando a regulamentar a competição do mercado digital.

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